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domingo, 27 de agosto de 2017

Chef Gerardo Costa assume a cozinha do Feitiço da Vila e conquista novo público

Engana-se quem acha que só bruxa faz feitiços. Do caldeirão do chef Gerardo Costa saem receitas com sabor de história. À frente do restaurante Feitiço da Vila, há pouco mais de dez meses, ele conseguiu manter a tradição da casa, situada em uma esquina super simpática na Vila Planalto e acrescentar charme, desde a disposição das mesas, até a apresentação dos pratos.

Gerardo começou sua saga na cozinha ainda novo. Em 1995 foi trabalhar no hotel Naoum. Sua função era lavar as panelas, mas a curiosidade e vontade de aprender a comandar uma cozinha como chef falavam mais alto. “Eu terminava logo tudo o que precisava fazer e ia para o pé do fogão ficar observando o cozinheiro e anotava tudo que achava importante. Com o tempo, comecei a pedir para fazer a comida”, relembra. 


Após oito anos na equipe do Naoum, Gerardo passou a trabalhar no antigo Blue Three e em seguida se mudou para São Paulo. Na capital paulista fez diversos cursos profissionalizantes, abriu um restaurante e voltou para Brasília após dois anos, para assumir a cozinha do L’Affaire, no hotel Mercury. “Depois de um tempo que eu tinha voltado, comecei a procurar um restaurante que fosse meu. Fiquei sabendo por um funcionário daqui que a Dona Mea estava vendendo, vim conversar com ela e acabou dando certo”, conta o chef.



Hoje o cardápio da casa conta com pratos tradicionais do País. Galinha caipira, carne de sol, moqueca e costelinha suína são algumas das delícias servidas por lá. Além do tempero caseiro e da melhoria do serviço, Gerardo reformou a área na frente do restaurante para colocar mesas debaixo das belas árvores que enfeitam a Vila Planalto. O clima agradável, quase que interiorano e o bom atendimento conquistam novos clientes e reforçam a fidelidade dos que já frequentavam o local.

Com um movimento diário intenso de servidores públicos e trabalhadores locais, Gerardo passou a abrir as portas do restaurante de segunda a segunda. “As pessoas no começo passavam aqui e estranhavam que o restaurante estava funcionando. Como a antiga dona não abria aos finais de semana há 17 anos, foi uma surpresa para os moradores e para os clientes, que hoje além de virem na semana, trazem suas famílias e os amigos aos sábados e domingo”, explica.  



A novidade é que além do horário de almoço, o Feitiço da Vila agora funciona para o jantar. “O foco a noite vão ser os petiscos, caldos, jantinha, espetinhos em geral e sanduíches, mas o cardápio será aberto, e os pratos do almoço também serão servidos”, finaliza.


Serviço

Feitiço da Vila


Rua 05 Lote 02 – Acampamento DFL – Vila Planalto
(61) 3306-1115
@feitiçodaviladf

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

sexta-feira, 27 de maio de 2016

DICAS QUE VOCÊ DEVE IMPLANTAR NOS SEUS CARDÁPIOS


1. Ser original 
cardápio deve tem equilíbrio ao apresentar os diferentes tipos de pratos e refeições. 
Com um pouco de originalidade, é possível oferecer um hambúrguer simples, o americano, com queijo e um especial, de acordo com a temática do estabelecimento. 
2. Ser versátil
Ter um cardápio versátil significa que nenhum ingrediente deve ser utilizado de forma isolada. Isso significa que o mesmo ingrediente deve constar em mais de um prato. Caso contrário, você corre o risco de não vender o ingrediente e jogar comida fora. Em um restaurante ou lanchonete, esse desperdício significa perder dinheiro. 
3. Estar de acordo com o perfil do público 
O proprietário do bar, restaurante ou lanchonete deve ter total controle dos custos dos pratos. Ingredientes caros, equivalem a menus caros. Isso não significa que você deve utilizar produtos de segunda linha, mas desenvolver o cardápio de acordo com o seu público.
4. Fácil de preparar  
Se você tem um restaurante, sabe que alguns horários exigem maior agilidade de atendimento. Portanto, escolha pratos que sejam de rápido preparo ou que permitam preparo com antecedência.
A diagramação e fontes utilizadas devem proporcionar fácil leitura e permitir que o cliente encontre o prato desejado rapidamente. Uma dica é manter um design simples e evitar o uso de expressões tipicamente culinárias. 
Lembre-se: quem vai utilizar o cardápio é o cliente e não você!
6. Evite! 
Há uma lista de coisas para evitar em cardápios: fonte de difícil leitura, linguagem excessivamente descritiva, imagens de produtos não oferecidos ou mal tiradas, layout carregado. Lembre-se, seu cardápio é a apresentação do seu estabelecimento
7. Pratos limitados 
Evite a tentação de oferecer uma grande variedade de pratos. Esta é uma forma eficiente de atender com agilidade e evitar o desperdício de alimentos. Considere que sua cozinha tem limite de capacidade, assim como os cozinheiros. 
Quer variar os pratos? Aproveite as estações do ano ou datas especiais. Mas lembre-se de ter cardápios diferenciados ou atualizar o original.
8. Menu atualizado 
A fim de manter o custo sob controle, atualize seu cardápio pelo menos uma vez por ano. Isso não significa que você tem que reescrever ou adicionar novos pratos. Esta atualização é, principalmente, para certificar-se de que os preços adequados e avaliar os itens que não estão vendendo. 
9. Menu especial 
Datas comemorativas são excelentes oportunidades para variar o cardápio e oferecer pratos especial. Para os empresários, também significa ganhos extras. Cardápios promocionais são opções criativas de manter esses ganhos durante o ano todo.
O importante é que esse menu esteja muito bem identificado ou, sempre que possível, em um cardápio exclusivo.
10. Revisão é fundamental
Provavelmente esta é uma das dicas mais importantes para a produção de qualquer peça gráfica. Revise o conteúdo, mais de uma vez. Peça para pessoas sem envolvimento com a criação que façam o mesmo.
Nada mais desagradável que entregar aos seus clientes um cardápio com erros ortográficos, descrições mal feitas e problemas de digitação.

Blog Do Chef Gerardo Costa: SOPA DE INVERNO COM INHAME SEM LACTOSE

Blog Do Chef Gerardo Costa: SOPA DE INVERNO COM INHAME SEM LACTOSE: SOPA DE INVERNO COM INHAME SEM LACTOSE Ingredientes 1 inhame médio 1/2 cebola roxa 300 ml de água Cheiro verde ou salsinha ...

SOPA DE INVERNO COM INHAME SEM LACTOSE

SOPA DE INVERNO COM INHAME SEM LACTOSE

Ingredientes

1 inhame médio
1/2 cebola roxa
300 ml de água
Cheiro verde ou salsinha á gosto
4 folhas de espinafre
100 gr alcatra cozida e desfiada
Alho á gosto
1 colher de sopa de azeite
1 colher de sopa de gergelim preto
Pimenta síria
 Sal á gosto

Modo de preparo

Em uma panela de pressão, cozinhe a alcatra e desfie e reserve. Cozinhe o inhame e o espinafre no vapor até que estejam cozidos, depois, bata-os no liquidificador junto da água usada na carne até virar um creme. Reserve. Refogue a cebola e o alho com azeite até dourar, misture no creme de inhame com espinafre e reserve. Acrescente a alcatra desfiada no creme e tempere com sal e pimenta síria a gosto.

Adicione o gergelim por cima somente na hora de servir.

Rendimento 2 porções.
                                                                      Chef Gerardo Costa

sexta-feira, 22 de abril de 2016

TORTINHA DE COCO COM GEMA E BAUNILHA

INGREDIENTES:

35 GEMAS
150 GR. DE COCO RALADO
450 GR. DE AÇÚCAR
75 GR. DE MANTEIGA
BAUNILHA A GOSTO

MODO DE PREPARO:

PENEIRAR AS GEMAS E MISTURAR COM O AÇÚCAR E O COCO. EM SEGUIDA ACRESCENTAR A MANTEIGA DERRETIDA E A BAUNILHA. DESPEJAR A MISTURA EM UM RECIPIENTE E COBRIR COM PAPEL ALUMÍNIO, LEVAR AO FORNO EM BANHO MARIA A 170 GRAUS POR 30 MINUTOS.
DEIXAR ESFRIAR E SERVIR GELADO...
BOM APETITE...!!!

                                                          CHEF.GERARDO COSTA

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Blog Do Chef Gerardo Costa: Aprenda a cozinhar com um personal chefe

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segunda-feira, 7 de março de 2016

Pratos clássicos em lugares clássicos

Considerado o maior polo gastronômico do Norte/Nordeste, o Recife possui uma extensa lista de bares e restaurantes. Da alta gastronomia ao boteco da esquina, o turista tem acesso a entradas, pratos principais e sobremesas de preços variados. Selecionamos dez opções que são verdadeiros clássicos para os pernambucanos na hora do almoço, no lanche da tarde ou quando a noite cai. Se vier a Pernambuco, não os deixe escapar.

Bode do Entre Amigos

Pernil de bode do restaurante Entre Amigos. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press
Pernil de bode do restaurante Entre Amigos. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press


Clássico prato regional, o bode do Entre Amigos (Rua da Hora, 695, Espinheiro, F.: (81) 3222-6705; Rua Marquês de Valença, 30, Boa Viagem, F.: (81) 3312-1000; Avenida Boa Viagem, 760, Pina, F.: (81) 3127-2510; aberto diariamente, a partir das 11h) foi lembrado pelos próprios recifenses em recente pesquisa realizada por uma revista de circulação nacional. Suas duas sedes (uma no Espinheiro e outra em Boa Viagem) servem carnes diversas, mas o Pernil de bode é a especialidade da casa. Por R$ 139,95, cinco pessoas comem, ainda, feijão verde, arroz carreteiro, farofa de jerimum, pirão de queijo e batatas recheadas. O tamanho impressiona. Quem quiser um bode menos superlativo pode apostar no Bode assado, que serve bem três pessoas, por R$ 78,50. Embora a sede do Espinheiro tenha capacidade para 500 pessoas e a de Boa Viagem receba até 800, não raro ambas as casas estão lotadas. O sucesso induziu a abertura de uma terceira franquia, agora na Avenida Boa Viagem, no Pina. 

Macaxeira da Casa de Noca


Macaxeira cozida, carne de sol e queijo coalho frito na Casa de Nova. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press
Macaxeira cozida, carne de sol e queijo coalho frito na Casa de Nova. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press


Quase de esquina com a Ladeira da Misericórdia, um dos epicentros do carnaval olindense, a Casa de Noca (Rua Bertioga, 243, Bonfim, F.: (81) 3439-1040; aberto diariamente, das 11h às 23h) vem servindo a clássica macaxeira com carne de sol, há 33 anos. Eraldo e Noêmia Pereira, a Noca da casa, começaram montando uma barraca na calçada. Agradaram e se viram obrigados a transformar o térreo do imóvel em cozinha e o quintal em um salão para os clientes. Foram morar no primeiro andar da casa. "Nosso público é variado, gente de todas as classes. Aos domingos, vêm muitas famílias almoçar", contam. O prato é um só: macaxeira (sempre cozida, nunca frita) com parmesão, carne de sol e queijo coalho. Para duas pessoas, sai por R$ 50. Para três, R$ 70. Para cinco famintos, R$ 90. Peça uma cerveja gelada para acompanhar.

Cartola do Leite

Cartola do Restaurante Leite é um clássico do centro do Recife. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press
Cartola do Restaurante Leite é um clássico do centro do Recife. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press


Se houvesse um campeonato à procura de um clássico gastronômico do centro do Recife, a cartola doRestaurante Leite (Praça Joaquim Nabuco, 147, Santo Antônio, F.: (81) 3224-7977; aberto de domingo a sexta-feira, das 11h às 16h) entraria na briga para ganhar. Em atividade desde 1882, o que o faz sustentar o título de mais antigo da cidade, o espaço já recebeu nomes ilustres, como Assis Chateaubriand e Juscelino Kubitschek, e segue como ponto de encontro de políticos e empresários locais. Para montar o prato, uma banana prata, queijo manteiga, açúcar refinado e canela-da-índia. R$ 19 e ela é sua. Quem comanda a cozinha há 25 anos é o chef Edmílson Araújo, mais conhecido como Bigode. Além de oferecer a sobremesa à reportagem, insiste que bacalhau, camarão, cabrito e filé, como no Leite, não há.

Pizza da Padaria Imperatriz

Uma fatia da pizza da Padaria Imperatriz sai por R$ 3,80. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press



Na Rua da Imperatriz Teresa Cristina, não passa carro. Mas o número de pedestres chega a congestionar a via. No horário de pico, quem tira vantagem é a Padaria Imperatriz (240, Boa Vista, F.: (81) 3231-3793; aberto de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h, e aos sábados, das 6h às 19h). "O pessoal sempre para pra comer alguma coisa", diz Maria das Graças, funcionária há 35 anos. O trunfo do empreendimento é a pizza. "Contratei um pasteleiro paulista na década de 1970 e ele veio com essa receita. Deu certo. Ele foi embora, mas a pizza ficou até hoje". O sabor é único. Literalmente. "É mussarela e molho de tomate. As pessoas perguntam se não vamos ter outros sabores, mas não teríamos estrutura pra isso". Uma fatia sai a R$ 3,80. A pizza inteira, com quatro fatias, a R$ 15,20. O difícil é ir à Imperatriz e parar na pizza. Pães, salgados, doces, sucos, vitaminas, cafés parecem também querer alguma atenção.

Torrada da Padaria Santa Cruz

As torradas da Padaria Santa Cruz servem aos mais diversos restaurantes do Recife. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press



Dos mesmos donos da Imperatriz, a Padaria Santa Cruz (Rua da Santa Cruz, 101, Boa Vista, F.: (81) 3231-3009; aberto de segunda-feira a sábado, das 5h às 19h30) é tão tradicional quanto. Ambas estão localizadas no bairro da Boa Vista e servem a população há décadas. Hoje, os irmãos portugueses Eduardo, Horácio e Júlio Amorim estão à frente. No balcão, são as torradas amanteigadas o principal atrativo. Sem fugir à regra, o modo de preparo é secreto. "Fazemos encomendas para a maioria dos restaurantes da cidade. Se contarmos o segredo, não vai ter mais graça", comenta Eduardo, na Santa Cruz desde 1959. Um pacote de 300g custa R$ 7; já o de meio quilo sai por R$ 11,50.

Bricelet do Mosteiro Nossa Senhora do Monte

Tradição beneditina, o bricelet é produzido no Mosteiro Nossa Senhora do Monte, em Olinda. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press



O acesso não é dos mais simples. Uma vez em Olinda, pegue a Estrada do Bonsucesso e ao chegar à casa do Homem da Meia Noite, siga em direção ao Mosteiro de Nossa Senhora do Monte (Rua Alto do Monte, s/n, Bultrins, F.: (81) 3429-4931; aberto diariamente, das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h), edificação de 1535. Há 50 anos, as freiras da Ordem de São Bento se instalaram no local e trouxeram com elas a receita do famoso bricelet. Trata-se de um biscoito fino, muito fino, cuja receita só as freiras sabem. A mercadoria pode ser encontrada na lojinha ao lado da igreja, mas diversos restaurantes de Recife e Olinda decoram sorvetes, brownies e petits gâteuax com pares de bricelet. No comando das fornadas, Irmã Cecília, Irmã Marta, Irmã Rosa e mais ninguém. Ao provarmos, um aroma de limão se sobressai. "É uma tradição beneditina", limita-se a explicar Irmã Cecília. Mistérios à parte, certifique-se de que há pacotes disponíveis para compra, antes de se dirigir ao local. Como as encomendas são muitas e a mão de obra é limitada, pode acontecer um período de entressafra.

Tapioca do Alto da Sé


A tapioca do Alto da Sé é um dos clássicos da gastronomia pernambucana. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press
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Principal ponto turístico de Olinda, o Alto da Sé reúne mais de 30 barracas para entreter os visitantes. A iguaria mais vendida? Tapioca. A tradicional é a de coco, à venda por R$ 3, mas a receita se desdobrou. Tem com recheio de carne de sol, frango ou camarão, saindo por R$ 7. As tapioqueiras atendem pelo nome de Bia, Elizete, Maria, Nalva, Sebastiana, Silvana, Zeinha, entre tantas outras. Concorrentes, montam a barraca diariamente. No domingo, dia de maior fluxo de turista pelas ladeiras de Olinda, a procura pela tapioca equivale à movimentação. Todo mundo quer provar.

Bolo de rolo da Casa dos Frios

Na Casa dos Frios, o bolo de rolo vem com recheio de goiaba, chocolate ou doce de leite. Foto: Annaclarice Almeida/DP/D.A Press



Desde 1957, a Casa dos Frios (Avenida Rui Barbosa, 412, Graças, F.: (81) 2125-0000; Rua José Aderal Chaves, 220, Boa Viagem, F.: (81) 3322-7330; aberto de segunda-feira a sábado, das 7h às 21h, e aos domingos, das 7h às 18h) está em atividade. Tradicional, serviu até o Papa João Paulo II em sua visita ao Recife em 1980, como comprova o registro estampado em uma das paredes da sede do bairro das Graças (há uma filial também em Boa Viagem). Espécie de mercadinho de luxo, a vedete da casa já é íntima de todos. Eleito Patrimônio Cultural e Imaterial, o bolo de rolo é daquelas comidas que ajudam a traduzir um povo. Em Pernambuco, é sobremesa obrigatória. Com recheio de goiabada, o quilo sai por R$ 36,90. Se quiser inovar, experimente o bolo de rolo de chocolate ou de doce de leite (R$ 42,90, o quilo).

Sorvete da Bacana

Em Olinda, sorvete é sinônimo de Bacana. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press



"Não fazemos sorvete de fruta com polpa. Aqui, só da fruta mesmo", garante Mânia Goés, proprietária e filha de dona Dilma Goés, a senhora que deu início à confecção dos sorvetes Bacana (Avenida Getúlio Vargas, 166, Bairro Novo, F.: (81) 3439-1035; aberto diariamente, a partir das 8h), há 41 anos. De lá para cá, Mânia e seus 20 funcionários se acostumaram a ver recifenses se deslocarem até o Bairro Novo, em Olinda, onde está localizada a sorveteria, só para experimentar o sabor da estação. A depender da época do ano, o cliente encontra sorvete de pitomba, siriguela, araçá, pitanga, jabuticaba e até de azeitona preta, além dos tradicionais chocolate, morango, coco e baunilha. Ao todo, são 70 sabores. Um bola sai a R$ 4. Duas, a R$ 5. Três, a R$ 7. Outros pontos de venda estão espalhados por Olinda, Recife, Jaboatão dos Guararapes, Gravatá e por aí vai. 

Maltado d'As Galerias

Fechando o Top 10, o maltado d'As Galerias serve turistas e recifenses desde 1928. Foto: Maria Eduarda Bione/Esp. DP/D.A Press



Gerações e gerações já provaram o maltado de chocolate da lanchonete As Galerias. Inaugurada em 1928, espremida entre a Avenida Rio Branco e a Rua do Bom Jesus, atraía os jovens da primeira metade do século passado. 74 anos depois, mudou de endereço. Esqueceu a Rio Branco e se instalou, de fato, no Bom Jesus. Desde 2007, no entanto, foi para a esquina da Rua da Guia, número 183, em frente à Praça do Arsenal da Marinha. Nômade, mas sem abandonar o Recife Antigo. O proprietário Jorge Gomes já é a terceira geração que coordena As Galerias. Seu avô, o cubano Fidélio Lago, foi quem trouxe o passo-a-passo do maltado à cidade. 300ml de sorvete de creme, leite maltado e malte de chocolate, juntos e misturados, custam R$ 5. Tem ainda a opção com malte de morango ou com baunilha, sem variar o preço. Aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e aos sábados e domingos, das 14h às 22h.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

OVOS NEVADOS COM CREME INGLÊS E PRALINÉ DE CASTANHA DO PARÁ.

Ingredientes.
Creme inglês.
20 gemas
400 gr de açúcar refinado
essência de baunilha á gosto
02 litros de leite
Praliné.
Ingredientes
375 gr de açúcar refinado
150 ml de água
200 gr de castanha do pará triturada
Ovos nevados.
Ingredientes
15 claras
220 gr de açúcar refinado
gotas de limão
sal á gosto
Modo de preparo.
Creme inglês:
Misturar as gemas com o açúcar e mexa bem.Misturar o leite com a baunilha,e junte o leite com as gemas,batendo sempre.Leve ao fogo baixo mexendo sempre até atingir o ponto de creme,deixe esfriar.
Praliné:
Dissolver o açúcar com a água e leve ao fogo.Quando começar a borbulhar,acrescente as castanhas já triturada,deixe no fogo até atingir o ponto escuro de caramelo.Despejar em uma assadeira forrada com papel manteiga.Espalhe e deixe esfriar.
Ovos nevados.
Colocar na metade das claras o açúcar,o sumo de limão e o sal á gosto e bater até ficar branco.
Acrescente a outra metade das claras e bater até ficar um o merengue firme.Cozinhar o merengue em água morna por alguns minutos,até os merengues estufarem e ficarem firmes.Retirar com uma escumadeira e reservar.
Montagem
coloque o creme inglês em uma louça funda finalize com um ovo nevado por cima e a praliné de castanha,decore com um ramo de hortelã.




quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Receitas para fim de ano,farofa de frutas e tender

Mais um fim de ano que se aproxima e a minha dica é o Tender, e uma farofa de frutas secas,anote ai as receitas  e surpreenda seus convidados  nesse Natal…
Ingredientes
1 tender
5 colheres de sopa de mel
5 colheres de sopa de mostarda
2 colheres de manteiga
Meia garrafa de vinho tinto
1 colher de sopa de alecrim
Cravo da Índias
Sal e Pimenta a gosto
Modo de fazer
Primeiro você terá que pegar uma faca bem afiada e fazer cortes superficiais no tender em formatos de losangos, para permitir que o tempero entre. Após espete nas junções um cravo da índias. Reserve.
Num bowl misture a manteiga derretida, o mel, a mostarda, o vinho, o alecrim uma pitada de sal e pimenta, após regue o tender numa assadeira, com todo esse tempero. Cubra com um papel alumínio com aparte brilhante para dentro e em seguida leve ao forno a 200ºC por 1h e 30 min.
Após regue novamente com o tempero que está na assadeira e deixe o tender por mais 40 min, agora sem o papel alumínio.
Depois é só servir com o seu acompanhamento preferido.

Ingredientes

5 rodelas/fatias de bem docinho abacaxi picado
4 colheres de sopa cheias de uvas passas
2 colheres de sopa de manteiga de boa qualidade
2 colheres de sopa de açúcar cristal
1 cebola média picada em cubinhos
1 xicára de chá de farinha de mandioca sem tempero
1 porção média salsa finamente picada
sal a gosto

MODO DE PREPARO

Pique o abacaxi em pedacinhos, coloque em uma panela e adicione o açucar. Deixe esta mistura ferver em fogo médio por 3 a 4 minutos. Escorra o liquido e reserve em uma vasilha.
Derreta a manteiga em uma frigideira e acrescente a cebola para refogar até ficar bem transparente. Adicione a uvas passas ao abacaxi reservado e após misturar junte a cebola refogada e misture. 
Vá adicionando a farinha de mandioca e mexendo até soltar os ingredientes e ter uma mistura uniforme. 
Vá temperando com sal a gosto. 
Ainda com o fogo ligado adicione a salsinha e mexa bem. 
Agora já pode servir. Esta farofa é uma delicia quando ainda está levemente quente. 

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Saiba um pouco como é a vida de um chef de cozinha..!


Engana-se quem pensa que vida de chef é cozinhar e aproveitar o glamour das entrevistas, ser jurado em competições gastronômicas e aparecer em eventos. Para desempenhar a função máxima da cozinha, é preciso acordar cedo, dormir tarde, ficar em pé por pelo menos 12 horas, viajar quilômetros para comprar a melhor carne ou pescado, acompanhar de perto a produção e colheita de legumes e verduras. Além de tudo isso, tem que aliar as horas de trabalho com cuidar dos filhos e estar ao lado da família.E ainda arrumar um tempo para fazer boas ações.
“Ser chef é muito gratificante. A gente passa horas, dias pesquisando um ingrediente, mas não tem maior satisfação que ver um cliente sorrindo”.
O dia a dia de um chef de cozinha pode ser rotineiro ou dinâmico. Vai depender da intenção do profissional com a sua carreira. Um dia rotineiro ou morno requer fazer tudo sempre igual. Acordar, tomar café, cumprir tarefas, almoçar mais ou menos, ir para o restaurante, organizar a cozinha, preparar a equipe, produzir os pratos e voltar para a casa de madrugada.
Agora, se o chef não tem esse estilo de vida, sua profissão pode ser diferente,chefs trabalham quando todo mundo está relaxando. Em pé; sem pausas; em uma cozinha quente.
Enfim o trabalho é intenso, rápido e exige atenção, perfeição sempre.